domingo, 3 de maio de 2009


Pode um fracassado segundo os padrões dos homens, que se auto-entitulam espirituais, ainda assim ser usado por Deus? E se a resposta for sim, o que levaria este Deus a querer usar tal indivíduo? Estaria Deus mais interessado em um coração que se rende ao seu amor de uma forma humilde e contrita, do que a homens que pensam que seus sacrifícios religiosos pagarão a atenção de Deus?


Neste evangelho de trocas, o que se vê é o que vale e o amor a Deus dá lugar ao amor ao "Eu deus".


Quem pode julgar? Quem sabe a medida da espiritualidade alheia? Quem aí pode me dizer quem está certo e quem está errado neste mundo meu onde só vejo o que quero ver?


E se eu estiver errado? E se minha visão estiver embaçada pelo orgulho? Poderia eu, cego, ter matado o certo por não enxergar a verdade?


Em meio a esta tempestade, tantos olhos testemunham nosso medo em fracassar e alguns at'e torcem pra que esta pequeno barco nao chegue ao porto chamado liberdade.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

alguém pode explicar?

Eu só queria poder entender, será que alguém pode me explicar, por que somos tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais? No fundo marchamos todos no mesmo compasso, ninguém sabe por certo quem realmente é, e as coisas não são tão claras quanto deveriam ser, ninguém tem mesmo é certeza de nada. Falamos, pensamos, cantamos e vivemos na expectativa de um dia sermos iluminados pela verdadeira luz. Aí sim saberemos quem tinha razão e quem foi enganado. O único problema é que alí talvez não teremos como voltar atrás, será tarde demais.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Dê aos outros o que você quer pra você mesmo!

Você olha os outros crentes ao seu redor. Eles não são tão amargos quanto você. Você sempre se perguntou por que eles parecem tão felizes e você se sente tão rabugento. Talvez agora você saiba. Poderia ser Deus te dando exatamente o que você tem dado aos outros?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009


Na conversa com um tolo, lamenta Bonhoeffer – descrevendo com felicidade ímpar a impressão que se tem ao tentar conversar com um crente convicto – “chega-se a se sentir que não é com ele mesmo que se está tratando, mas com chavões e com palavras de ordem que tomaram conta dele. Ele está fascinado, obcecado, foi maltratado e abusado em seu próprio ser.”

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ele é muito mais...



Ele é muito mais que um gigante a quem recorrem quando estão à beira da morte; muito mais que um gênio da lâmpada pronto a realizar nossos 3 desejos;
mais que nosso escravo à quem determinamos o que deve fazer;

muito mais que um ser injusto, castigando os desobedientes;

muito mais que o dono dos marionetes;

muito mais que um amuleto da sorte;
muito mais que um bobo brincando com o universo;
Ele é simplesmente mais do que tudo o que possamos nos tornar e muito mais do que jamais poderemos ter. E o melhor de tudo...
Ele se importa comigo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Entre o deserto e a montanha existem lições a serem aprendidas.

O deserto é para todos, sim, todos aqueles que realmente tiverem o desejo de levar algo de proveitoso desta vida. No deserto somos ensinados sobre os atalhos. No deserto é que crescemos. Todavia, é na montanha que apreciamos o que a vida tem de bom a nos oferecer. Montanhas não são para todos, somente para os corajosos. Montanhas são feitas para os que confiam, nem todos confiam. Na montanha enfrentamos desafios, mas num determinado ponto da escalada, podemos parar e apreciar a vista e sermos encantados com o que a vida nos oferece de bom, a vista que somente os corajosos tem a chance de contemplar. A vista da montanha é linda, de tirar o fôlego. No deserto de molda o caráter, mas na montanha se desfruta do bom que é viver. Ambos são necessários.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"Felizes para sempre" é o final de um conto de fadas e não a descrição da vida cristã. A vida em Cristo é real. Não é de plástico, nem de vidro colorido, nem cor-de-rosa, e também não é a terra da fantasia. Em todos os anos em que andei com o Senhor, estou ainda para encontrar um cristão que tenha vivido "feliz para sempre". Por outro lado, conhecí muitos santos que suportaram aflições, perdas, desapontamentos, adiamentos, fracassos e sofrimento incrível no decorrer dos anos. Vi também muitos desses mesmos homens, mulheres e até alguns adolescentes apegarem-se à sua alegria, irradiarem esperança e mostrarem um espírito encantador... mesmo em meio à tristeza... às lágrimas... às portas da morte.

Vivendo numa cultura orientada para o produto, gostamos de embrulhar também nossa fé. Preferimos vender uma versão elegante da salvação, numa bela embalagem que inclui felicidade e paz aqui e agora, e o céu num futuro próximo. Embora não haja nada de errado com as boas técnicas de marketing ou em ensinar princípios de sucesso autêntico, há algo errado se omitirmos o processo, que deve incluir inevitávelmente períodos de derrota e fracasso.

O que eu e você precisamos é de um processo que leve à vitória e ao sucesso. Com as lembranças desses momentos áureos brilhando em nossa mente, aprenderemos então a evitar alguns desses vales, ou a sair deles mais rapidamente. Esse processo, creio eu, é tão importante quanto o produto.
Charles Swindoll