quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Vida é aventura!


Vida é aventura. Essa vida tão improvável que nos é dada, cabe a nós não a desperdiçar.

A vida não é um destino, é uma aventura. Ninguém escolheu nascer; ninguem vive sem escolher. Cada qual é inocente de si, mas responsável por seus atos. E responsável, portanto, ao menos em parte, por aquilo que se tornou. Aristóteles, mais profundo do que Sartre.

É forjando que alguém se torna forjador. É bebendo que alguém se torna alcoólico. É realizando ações virtuosas que alguém se torna virtuoso. "Fazer", dizia Lequier, "e, fazendo, fazer-se".

Isso não fará de nós outra pessoa, o que ninguém consegue. Mas impede de nos resignarmos rápido demais ao que somos, o que ninguém deve fazer.

André Comte-Sponville em "A vida humana" - Martins Fontes, p.26

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008



"Há um quadro a pintar,

uma história a contar,

sonhos a serem sonhados,

cores, traços, uma imagem do céu a ser revelada através de nós"

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

“Muitos teólogos afirmam que, no século XX, o cristianismo reduziu-se a religião, uma instituição dentro do complexo sistema social, uma entre muitas engrenagens da máquina da sociedade. Algumas vezes, o cristianismo exerce uma função moral ou comunitária, ajudando as pessoas a ser melhores cidadãs ou cooperando com a comunidade. Em outras oportunidades, ele se seculariza, submetendo-se aos poderes e valores mais marcantes da época, como a busca pela felicidade e prosperidade material própria do capitalismo. O grande desafio para os líderes missionais é fazer com que o evangelho atue dentro da cultura sem que seja distorcido por ela…” Rubens Muzio

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O mar Morto, de quase 1000 km² de superfície, deve o seu nome ao fato de que a alta proporção de sal e outros elementos dissolvidos nas suas águas fazem nelas impossível a vida de peixes e de plantas.

O orgulho pode se caracterizar de diversas maneiras, até mesmo atrás de uma super espiritualidade. Não é dificil encontrar hoje nas igrejas pessoas mais santas que o próprio Jesus, cheias de sabedoria e unção e uma autoridade espiritual que só elas acreditam ter.

A palavra de Deus diz em Marcos 9:50; "Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros".

A falta de sal, como este tempero que a palavra usa para identificar nossa inconformidade com o mundo, pode demonstrar em nós uma frieza espiritual. Mas e o oposto? Poucas vezes falamos sobre o orgulho espiritual, o excesso de sal na vida dos crentes, pois da mesma forma que a falta do mesmo não dá sabor a comida, o excesso do mesmo o torna insuportável ao paladar e até mesmo, dizem os mais entendidos, pode fazer mal a saúde.
Pense bem neste texto da Palavra de Deus:

"Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? Eclesiates 7:16 "

Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Romanos 12:3