terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O mar Morto, de quase 1000 km² de superfície, deve o seu nome ao fato de que a alta proporção de sal e outros elementos dissolvidos nas suas águas fazem nelas impossível a vida de peixes e de plantas.

O orgulho pode se caracterizar de diversas maneiras, até mesmo atrás de uma super espiritualidade. Não é dificil encontrar hoje nas igrejas pessoas mais santas que o próprio Jesus, cheias de sabedoria e unção e uma autoridade espiritual que só elas acreditam ter.

A palavra de Deus diz em Marcos 9:50; "Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros".

A falta de sal, como este tempero que a palavra usa para identificar nossa inconformidade com o mundo, pode demonstrar em nós uma frieza espiritual. Mas e o oposto? Poucas vezes falamos sobre o orgulho espiritual, o excesso de sal na vida dos crentes, pois da mesma forma que a falta do mesmo não dá sabor a comida, o excesso do mesmo o torna insuportável ao paladar e até mesmo, dizem os mais entendidos, pode fazer mal a saúde.
Pense bem neste texto da Palavra de Deus:

"Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? Eclesiates 7:16 "

Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Romanos 12:3

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