Parece estranho Sinto o mundo girando ao contrário Foi o amor que fugiu da sua casa E tudo se perdeu no tempo
É triste e real Eu vejo gente se enfrentando Por um prato de comida Água é saliva Êxtase é alívio, traz o fim dos dias E enquanto muitos dormem, outros se contorcem É o frio que segue o rumo e com ele a sua sorte
Você não viu? Quantas vezes já te alertaram Que a Terra vai sair de cartaz E com ela todos que atuaram? E nada muda, é sempre tão igual A vida segue a sina
Mães enterram filhos, filhos perdem amigos Amigos matam primos Jogam os corpos nas margens dos rios contaminados Por gigantes barcos Aquilo no retrato é sangue ou óleo negro?
Aqui jaz um coração que bateu na sua porta às 7 da manhã Querendo sua atenção, pedindo a esmola de um simples amanhã Faça uma criança, plante uma semente Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
É pão e circo, veja A cada dose destilada, um acidente que alcooliza o ambiente Estraga qualquer face limpa De balada em balada vale tudo E as meninas Das barrigas tiram os filhos, calam seus meninos Selam seus destinos São apenas mais duas histórias destruídas Há tantas cores vivas caçando outras peles Movimentando a grife
A moda agora é o humilhado engraxando seu sapato Em qualquer caso é apenas mais um chato
E ainda que a velha mania de sair pela tangente Saia pela culatra O que se faz aqui, ainda se paga aqui Deus deu mais que ar, coração e lar Deu livre arbítrio E o que você faz? E o que você faz?
Aqui jaz um coração
É triste e real Eu vejo gente se enfrentando Por um prato de comida Água é saliva Êxtase é alívio, traz o fim dos dias E enquanto muitos dormem, outros se contorcem É o frio que segue o rumo e com ele a sua sorte
Você não viu? Quantas vezes já te alertaram Que a Terra vai sair de cartaz E com ela todos que atuaram? E nada muda, é sempre tão igual A vida segue a sina
Mães enterram filhos, filhos perdem amigos Amigos matam primos Jogam os corpos nas margens dos rios contaminados Por gigantes barcos Aquilo no retrato é sangue ou óleo negro?
Aqui jaz um coração que bateu na sua porta às 7 da manhã Querendo sua atenção, pedindo a esmola de um simples amanhã Faça uma criança, plante uma semente Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um mero poema Ela é real
É pão e circo, veja A cada dose destilada, um acidente que alcooliza o ambiente Estraga qualquer face limpa De balada em balada vale tudo E as meninas Das barrigas tiram os filhos, calam seus meninos Selam seus destinos São apenas mais duas histórias destruídas Há tantas cores vivas caçando outras peles Movimentando a grife
A moda agora é o humilhado engraxando seu sapato Em qualquer caso é apenas mais um chato
E ainda que a velha mania de sair pela tangente Saia pela culatra O que se faz aqui, ainda se paga aqui Deus deu mais que ar, coração e lar Deu livre arbítrio E o que você faz? E o que você faz?
Aqui jaz um coração
(Guilherme de Sá)
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